Espaço de reflexão sobre diversas questões que envolvem os profissionais da educação.Como nos relacionamos hoje com o conhecimento e o aprimoramento pessoal.
Para tornar as aulas mais atrativas o professor pode usar a linguagem tecnológica de forma simples e bem descomplicada, basta organizar com antecedência que, a aula vai ganhar novos ritmos e a assimilação dos alunos vai adquirir contornos mais reais através das percepções visuais.Como por exemplo:
As aulas de geografia podem ser exploradas através do Google Earth;
Em arte, uma visita virtual em Museus traz mais intimidade com a cultura;
Uma pesquisa histórica juntamente com a Língua Portuguesa trará novos elementos tais como: costumes em diálogos de época entre outras coisas;
Em biologia uma viagem ao corpo humano revela dimensões inimagináveis.
Enfim podemos trabalhar diversos conteúdos de todas as disciplinas e não precisamos de muitos aparatos basta, ter um data show, um computador e acesso a internet, esses requisitos estão disponíveis na escola pública e de fácil acesso para os professores.
Para que o professor do ensino fundamental I tenha uma maior segurança em usar a linguagem tecnológica uma boa solução é ,começar a usar essa imensa gama de recursos suportado pelos projetos anuais na escola pois, geralmente eles são desenvolvidos de maneira interdisciplinar.
As parcerias formadas por diversos profissionais podem minimizar as inseguranças além de trazer novas descobertas, pois unindo saberes esses profissionais podem usufruir de novas práticas pedagógicas tornando sua rotina mais otimizável.
Com essa rotina instalado o professor logo percebe em suas avaliações o ganho pedagógico de seus alunos e, o trabalho com a linguagem tecnológica na sociedade do conhecimento passa a ser natural, caminho para um uso constante em suas aulas.
Vamos fazer uma
observação sobre os planejamentos semanais
dos professores de ensino
fundamental I, na espera da escola pública, podemos constatar a escassa
presença de recursos tecnológicos dentro das estratégias didáticas. Não estamos
considerando neste momento a estrutura da escola pública ou da unidade escolar
mas sim, a criatividade didática do professor que, pode ter um upgrade quando,
o mesmo está disposto a romper com
alguns paradigmas e se aventurar em um prazeroso vôo pelas facilidades
didáticas oferecidas na WEB.
Romper paradigmas a
priori gera insegurança com relação ao novo mas, quando o professor se sente
uma andorinha em pleno vôo e, percebe que neste vôo seu campo de visão se
amplia, ele toma contato com novas formas de ensino e aprendizagem e, essas
formas permeiam um caminho facilitador em sua rotina pedagógica, a insegurança
vai minimizando e os primeiros raios de sol
de um doce verão começaram a despertar em sua práxis.
Após observar os
resultados frutíferos em seu trabalho, o compartilhamento com outros
professores se torna algo natural que, pode despertar outras andorinhas dentro
desse verão pedagógico!
Para
falar de velocidade vamos nos remeter neste momento a uma fábula de Esopo “ A
Lebre e A Tartaruga” para fazermos uma
analogia.
Na
fábula, a tartaruga depois de muito perder em corridas contra a lebre, saiu
vitoriosa de uma corrida devido a soberba da lebre.
Agora
nos remetendo ao título desse texto e fazendo comparações com a fábula, podemos
classificar a sociedade do conhecimento como a Lebre que, é muito veloz e
sagaz, mas, não tem nada de soberba.
A
instituição escola como a Tartaruga que, a passos lentos vai ao longe mas,
precisa perceber que está inserida no conjunto da sociedade do conhecimento e,
seus passos necessitam ser mais largos e a sua velocidade deve acelerar mais
pois, observando a realidade da escola pública percebemos que, ainda em muitos
lugares do Brasil a lousa e o giz são os recursos mais utilizados dentro da
rotina escolar. Não que a lousa e o giz não tenham utilidade mas, o professor
ainda continua na idade da Pedra, isto é, com uma pedra na mão escrevendo com
outra pedra!
Há
uma necessidade urgente de repensar mecanismos para acelerar a velocidade didática e as
estratégias pedagógicas dentro da instituição escolar, fornecendo um acesso de
fato para o corpo discente frente às novas
tecnologias.
A educação é uma temática muito
debatida por: teóricos, profissionais da área e a sociedade em geral, um tema
muito recorrente é o estímulo que a instituição escolar necessita fornecer para
o corpo discente, um verdadeiro resgate e reafirmação de estímulos dentro da
sociedade do conhecimento.
As ferramentas disponíveis na WEB, os
software educacionais e a formação continuada de professores na área da
tecnologia, como por exemplo o e-proinfo do Ministério do Educação
disponibilizam ações que podem desempenhar
uma função estimuladora para o dia a dia da sala de aula, com uma linguagem
mais próxima das necessidades pertinentes ao nativo digital.
É notório as dificuldades enfrentadas
pela escola pública, mas com uma boa didática no comando e estratégias inovadoras,
a rotina da sala de aula pode ganhar uma nova dinâmica, mesmo quando os
recursos tecnológicos são escassos ou até inexistentes. A criatividade do professor conta muito nesses momentos, ele pode
utilizar até mesmo seu próprio celular como uma ferramenta objetivando
despertar o interesse para novas descobertas, se transformando em um verdadeiro resgate fascinante pelo prazer
de estar dentro do ambiente escolar a cada dia.
Esse fascínio deve ser estimulado
desde a mais tenra idade, logo nos primeiros anos do ensino fundamental que, é
quando a criança começa a consolidar em seu percurso de aprendizagem a
alfabetização e letramento.
Há três anos venho utilizando
recursos tecnológicos em minha práxis, em escola pública com alunos de 07,08 e
10 anos, os resultados surpreenderam até as minhas expectativas mais positivas
pois, a velocidade cognitiva dos nativos digitais é algo surpreendente, veloz e muito questionador!
ALGUNS LEITORES SENTIRAM A FALTA DE TEXTOS O MÊS PASSADO. ISSO OCORREU DEVIDO A UMA ORGANIZAÇÃO DE ROTINA, POIS INICIEI UMA PÓS GRADUAÇÃO E A REORGANIZAÇÃO FOI NECESSÁRIA.
ESSA PÓS ESTÁ DE ACORDO COM OS ASSUNTOS TRATADOS AQUI, ESTÁ SENDO REALIZADA NO MODO SEMI PRESENCIAL PELA
E O CURSO É INFORMÁTICA INSTRUMENTAL APLICADA À EDUCAÇÃO, AS ELABORAÇÕES FEITAS É CLARO QUE VOU COMPARTILHAR, PORTANTO VALE APENA ESPERAR SÓ MAIS UM POUCO, MAS UMA COISA JÁ POSSO ADIANTAR!
ESSA PÓS SÓ VEM CONFIRMANDO TUDO O QUE JÁ FOI DEBATIDO AQUI SOBRE AS TECNOLOGIAS NA SALA DE AULA, EM POSTAGENS DE ANOS ANTERIORES.
PARA RELEMBRAR UM POUCO COLOCAREI A SEGUIR ALGUNS TEXTOS QUE RESUMI AS ELABORAÇÕES FEITAS ATÉ AQUI!
A fase inicial do projeto teve como
objetivo demonstrar para a turma de
maneira lúdica que podemos resolver muitas indagações através da leitura,
fazendo uma parceria frutífera com a prática. Ela (a leitura) passou a ter uma
dimensão livre dentro do espaço escolar!
"O vivo estímulo da curiosidade provoca tentativas que, se têm
êxito positivo ou são encorajadas por outros, levam ao hábito de pensar. Deve-se
agir sobre a mente das crianças com elementos tirados da realidade e não com
regras abstratas, e se deve ensinar mais com a ajuda de objetos do que de
palavras".
Pestalozzi
(apud Manacorda 1989, p. 264)
Embasada
pela citação acima toda as estratégias pedagógicas tiveram um caráter bem
pratico. A exploração da biodiversidade existente na escola teve contornos bem
vivos e reais, para ampliar a assimilação dos conteúdos já trabalhados com
vídeos da National Geographic, leituras da revista ciências hoje e os debates.
As
crianças definiram seu foco de
observação e, depois das equipes montadas fizeram seu passeio pelas
dependências da escola com um olhar cientifico, pois, a comanda se concentrava em
perceber os seres vivos e suas características, para posteriormente fazer um
relatório. Com suas lupas e mentes
curiosas todos foram à procura de detalhes ainda não revelados, incorporando
assim uma postura mais investigativa ensina por Sherlock Holmes.
Registrando
e observado a exploração da turma nesse momento, ficou muito nítido a
correlação que muitos fizeram da exploração literária com a exploração prática,
revelando um relatório coletivo com riqueza de detalhes e fascínio pelo novo.
Um
aluno fez a seguinte observação: " Na escola o que tem mais de seres vivos
são as pessoas!" Essa observação fez um link com a leitura da Teoria do
DNA, que foi finalizada com uma atividade lúdica " Juntos e misturados: trocando
a minha cabeça pela sua, será que dá?!" A suavidade da atividade auxiliou
na elaboração do tema que tem caráter
subjetivo.